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Como um pão ajudou a demonstrar a importância da insulina na perda de peso

Já pensou quantas pessoas poderiam ter uma aderência maior ao estilo de vida low-carb se pudessem consumir um pão-médio carb no café da manhã que fosse, para todos os efeitos, indistinguível de um pão de centeio normal no que diz respeito ao sabor, e indistinguível de um pão low-carb no que diz respeito aos efeitos metabólicos?

Óleos vegetais – Parte 2.

O objetivo desta postagem não é convencê-lo a trocar todas as suas gorduras culinárias por óleo de milho, Canola ou girassol. Tenho dois objetivos aqui: o primeiro, mais específico, é o de acabar com medos irracionais que resultam em comportamentos que acabam dificultando a adesão a um estilo de vida low-carb; o segundo, mais amplo, é combater o dogmatismo gerado pela câmara de eco da nossa pequena bolha.

Óleos vegetais – Parte 1.

Contra os óleos vegetais, há basicamente duas linhas de argumentação: 1) são tipos de gordura que não faziam parte da alimentação humana durante a evolução da espécie; e 2) têm alta concentração de ômega-6 (que seria pró-inflamatório). Mas será que tais afirmações são respaldadas pela ciência?

Comida Sem Filtro #92 – Cereal noturno.

Uma indústria norte-americana lançou recentemente uma linha de produtos no estilo dos cereais matinais, só que com outra proposta: pra comer antes de dormir. Isso

Constipação

A constipação intestinal é uma queixa comum em pessoas que adotam uma dieta low-carb. No entanto, low-carb não está sozinha neste quesito: quaisquer mudanças na dieta podem provocar perturbações no hábito intestinal. É bem verdade que trata-se de uma problema frequente na população em geral também: certamente não é uma queixa exclusiva de quem evita pães e doces. Como o número de pessoas que pergunta sobre o assunto é sempre muito grande, penso que um breve guia pode ajudar a esclarecer as dúvidas mais frequentes.

Low-carb, diabetes e mortalidade

Como o estudo não é um experimento, o que os autores tentaram fazer foi, revendo as respostas dos questionários de frequência alimentar que estes indivíduos respondiam periodicamente, separar aqueles que adotaram (por conta própria) uma dieta low-carb moderada (39% de carboidratos – ou seja, bem moderada) versus os que continuaram comendo de acordo com as diretrizes (60 inacreditáveis por cento de carboidratos – lembrando que são diabéticos). O principal achado é que, em pacientes diabéticos tipo 2 que passaram a adotar uma dieta mais pobre em carboidratos, foi constatada uma menor mortalidade por todas as causas.